O emblema é inspirado na bandeira brasileira e na geometria do campo de futebol. Um dos detalhes da marca é a união das letras "W" (do inglês "women" e "world") e "M" (do português mulheres e mundo).
De acordo com a FIFA, o design simboliza movimento e excelência, enquanto o grafismo presta uma homenagem sutil à bandeira do Brasil. Diferentemente das competições chanceladas pela FIFA no país, desta vez o Brasil com S será mantido.

O slogan do torneio, "GO EPIC", também foi apresentado pelos organizadores. Com a frase, os torcedores de todo o mundo são convidados a fazer parte de uma jornada memorável.
A identidade sonora do torneio foi outro destaque da cerimônia — inspirada em ritmos brasileiros, percussões ligadas ao samba e à herança afro-brasileira.
Gianni Infantino, presidente da FIFA, esteve presente no evento ao lado de Samir Xaud, presidente da CBF. Participaram também os técnicos das seleções femininas e masculinas do Brasil, Arthur Elias e Carlo Ancelotti, respectivamente, além de atletas e ex-atletas históricos como Formiga, Cristiane, Cafu e Ronaldo Fenômeno.
"O Brasil vive e respira futebol, e já dá para sentir por aqui a empolgação em receber o mundo todo e sediar um evento histórico", disse Infantino.
"Também é possível sentir algo ainda mais forte: o país está totalmente comprometido em transformar este momento em um divisor de águas para o futebol feminino", acrescentou o presidente da FIFA.
Otimismo e expectativa que também foram compartilhadas por Samir Xaud. O presidente da CBF destacou a preparação Brasil não só em termos de infra-estrutura, mas também o trabalho que vem sendo desenvolvido na Seleção Brasileira feminina.
"O Brasil está pronto, a CBF está pronta, a Seleção está pronta. A gente precisa da nossa torcida, o maior empenho para nosso futebol feminino, ocupando os estádios e dando o apoio que nossas meninas precisam. A gente espera fazer o melhor evento de todos os tempos no Brasil. E deixando a nossa taça aqui em casa, que é o principal", projetou Samir Xaud.
Para entrar no clima de Copa
Antes da cerimônia em um hotel no Rio, a Avenida Atlântica foi transformada em uma verdadeira galeria a céu aberto, por meio de um vibrante Festival de Arte Urbana. A iniciativa se inspirou em uma tradição tipicamente brasileira: pintar as ruas durante a Copa.
