O comandante argentino não tem dúvidas de que este é o pior momento da história do clube. Recentemente, o então presidente Julio Casares foi alvo de um processo de impeachment e anunciou sua renúncia após escândalos nos bastidores.
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"A gente chegou aqui sete meses atrás. O presidente não está. Júlio Casares não está. Muricy não está. Belmonte não está", disse o técnico são-paulino em tom de insatisfação.
"Mudou tudo. Departamento médico, diretoria, presidente... Talvez vá chegar outras pessoas. Presidente novo. Com calma, e tentar ajudar onde a gente puder ajudar. É difícil, difícil demais. Talvez estamos falando do pior momento da história do São Paulo", lamentou Crespo, em entrevista à TNT Sports.
Em declarações anteriores, o comandante vinha tentando blindar o grupo do São Paulo. Desta vez, ele abriu o jogo e destacou que vem sendo difícil separar as coisas.
"O time é um corpo estranho a tudo isso? Não. É normal. A gente precisa de estabilidade, um pouco de estabilidade", declarou o argentino.
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"A ideia é colocar, neste momento serenidade e tentar colocar o São Paulo Futebol Clube no centro do projeto. Como? Com serenidade, tentar fazer as coisas bem. Tentar desenvolver os moleques de Cotia, esperar reforços... São Paulo precisa de tempo. A gente tenta fazer o melhor possível dentro do limite de tudo aquilo que eu falei que está acontecendo", concluiu Crespo.
