A vistoria após o jogo da última terça (20), pelas semifinais da Copa Sul-Americana, encontrou danos em 489 cadeiras (47 no setor visitante), oito vasos sanitários, dois bebedouros, duas torneiras, duas descargas, duas saboneteiras e oito corrimãos.
Na última quarta (21), o Flamengo e o consórcio haviam divulgado imagens de várias cadeiras quebradas. A administração do Maracanã informou que não houve tempo de realizar todos os reparos necessários para Fla x Estudiantes, nesta quinta, pelas semifinais da Libertadores.
"Com relação aos danos causados à sinalização e pintura do estádio (especialmente pela colagem de adesivos), o levantamento segue sendo realizado pela equipe de manutenção da Fla-Flu Serviços e será informado no devido tempo", declarou o consórcio.
"A Fla-Flu Serviços adotará as medidas cabíveis para assegurar o integral ressarcimento dos prejuízos decorrentes dos danos causados ao Maracanã", acrescentou.

Entenda a polêmica
O mando do Vasco no Maracanã contra o Boca Juniors envolveu uma disputa de três semanas com o Consórcio Fla-Flu. A dupla recusou o pedido inicial do Cruz-Maltino, que foi à Justiça para atuar no local.
Como São Januário não tem a capacidade mínima de 30 mil pessoas para uma semifinal de Sul-Americana, o Vasco precisava de outro estádio. Houve idas e vindas no imbróglio, com direito a uma liminar a favor de Flamengo e Fluminense.
Na última quinta (15), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia negado o requerimento do consórcio. A decisão definitiva veio na segunda (19), do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que deu razão ao Vasco de forma unânime.
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