O acordo, firmado no início deste ano, reduziu o débito para R$ 679 milhões, com desconto de 46,6% sobre juros, multas e encargos.
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O Corinthians havia quitado as quatro primeiras parcelas, entre fevereiro e maio, mas deixou de pagar as prestações referentes a junho, julho e agosto. Pelo contrato, a falta de três parcelas consecutivas ou alternadas pode provocar a rescisão da negociação.
Caso o acordo seja rescindido, a dívida original será restabelecida, descontando apenas os valores que já foram pagos, e as cobranças poderão ser retomadas. Além disso, o Corinthians ficaria impedido de fazer uma nova transação com a União por dois anos.
A diretoria afirma trabalhar para regularizar as pendências, enquanto a próxima parcela vence no dia 30 de setembro.
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