O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, foi notícia na quarta-feira (11) ao afirmar que a Red Bull era a referência, e Russell reforçou essa linha de raciocínio, sugerindo que a equipe de Max Verstappen e Isack Hadjar tinha uma vantagem "bastante assustadora". A Red Bull sugeriu que era mais provável que fosse o contrário, já que a Fórmula 1 entra em uma nova era de motores com grandes mudanças também nos chassis.
"Aguardem até Melbourne e vejam quanta potência eles vão descobrir de repente. Eu já sei disso agora", disse o tetracampeão mundial Verstappen a repórteres na quinta-feira.
O diretor técnico da Red Bull, Pierre Wache, disse que Ferrari, Mercedes e McLaren pareciam estar à frente. Charles Leclerc, da Ferrari, disse que tanto a Mercedes quanto a Red Bull pareciam fortes.
"Acho que a Red Bull mostrou um pouco mais do que a Mercedes e eles têm sido muito impressionantes. Acho que a Mercedes está escondendo muita coisa, e só o tempo dirá o quanto eles têm escondido", disse o monegasco.
Russell pilotou o carro na primeira metade da sessão de sexta-feira e passou o volante para Antonelli, que marcou a melhor volta em 1:33.669. O tempo de Russell foi de 1:33.918. Lewis Hamilton, da Ferrari, foi o terceiro mais rápido, completando 150 voltas e parando na pista no final da sessão, possivelmente por falta de combustível.
Oscar Piastri, da McLaren, completou 161 voltas, quase três distâncias de corrida no circuito de Sakhir, e foi o quarto mais rápido, com Verstappen em quinto e Hadjar em sexto.
O segundo teste no Bahrein acontece de 18 a 20 de fevereiro, com a temporada começando na Austrália em 8 de março.
