Infantino, apesar de toda a polêmica causada por sua intenção de vender participações privadas na Copa do Mundo e do número de entidades que pediram sua renúncia, declarou que tentará a reeleição.
O ex-zagueiro, com passagens pela Suíça e pela Inglaterra e que vestiu a camisa da seleção em 29 partidas, se aposentou em 2004 e trabalha no setor financeiro desde então.
"Eu me candidato para reunir a família do futebol e realizar uma reforma e uma modernização da FIFA, restaurar sua estabilidade e sua credibilidade e reconstruir a confiança de que nosso esporte precisa urgentemente. Eu me candidato porque minha vida me preparou para ajudar este esporte", disse Vega.
"O futebol não pertence a presidentes, confederações ou administrações. O futebol vai além disso: é o esporte do povo. A atual presidência desmoralizou o futebol. Prejudicou a credibilidade da FIFA. Temos que impedir que isso continue e evitar que a situação piore."
As candidaturas para essa eleição precisam ser apresentadas até 18 de novembro. A votação acontecerá em 18 de maio, no congresso da FIFA, que será realizado em Rabat, no Marrocos.
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