"Foi tipo Jesus abrindo seus braços para nós, igual a estátua, é tipo: 'glória'. Eu adorei ver um pouquinho, você sabe, nós estávamos no ônibus, não conseguimos ver muitas coisas, mas eu adorei o que vi. Muito bonito", disse Lamar aos jornalistas.
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O jogador também demonstrou vontade de aproveitar ao máximo os dias no Brasil. E, pelo jeito, a conexão com os brasileiros já começou a ultrapassar as fronteiras do futebol americano.
Uma das expressões que ganhou força nas redes sociais brasileiras antes mesmo da possibilidade de um jogo dos Ravens no país foi o chamado "Baile do Lamar", uma brincadeira criada em torno das atuações do quarterback, especialmente por sua agilidade no jogo corrido e também para se desvencilhar dos adversários. Perguntado sobre a possibilidade de transformar o Maracanã em pista de dança no domingo, Lamar entrou na galhofa.
"Nunca ouvi (a expressão). 'Baile do Lamar'? Esperemos que seja assim no domingo para os fãs, com certeza. Mas (em relação aos jogos anteriores contra Dallas) vamos jogar contra profissionais de alto nível. Só temos de fechar os jogos, continuar a somar pontos no placar, continuar as terceiras descidas, evitar erros e continuar a marcar touchdowns o máximo possível", ressaltou.
A simpatia do quarterback também ficou evidente em outros momentos de sua passagem pelo Rio. Ele recebeu camisas de Botafogo e Cruzeiro, posou para fotos com torcedores até mesmo durante uma rápida ida ao shopping e atendeu diversos influenciadores após o treino no Espaço Lonier, centro de treinamento do Botafogo.
Antes mesmo de disputar sua primeira partida no país, Lamar já se tornou um dos jogadores mais comentados entre os torcedores brasileiros. Agora, resta saber se a simpatia fora de campo vai se transformar em espetáculo dentro dele.
