O treinador italiano afirmou que pretende escalar uma formação com quatro atacantes no Mundial.
"Pela estrutura dos jogadores que temos, muito bons na frente, temos de jogar com quatro atacantes. Acho que o Vini (Junior) vai fazer um grande mundial. Ele pode desequilibrar, mas temos jogadores muito bons na frente, como Rafinha e Estêvão, além de João Pedro. Não é só um que pode desequilibrar, temos um time muito forte", explicou.
"Comparo o futebol brasileiro ao Carnaval. O Carnaval era novo para mim. Entendi muita energia, muita alegria, muita arte, que é talento, e muita organização para organizar todos os carros com tempo coordenado. Tudo isso temos de colocar na seleção. É muito importante o DNA do Brasil, que é talento, energia e alegria", explicou o técnico.
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Grupo fechado e 4 vagas em aberto
A pouco tempo da Copa, Ancelotti revelou que já possui 18 nomes definidos em sua lista de convocados. No entanto, as quatro vagas restantes são motivo de "muitas dúvidas", o que justifica as oito novidades chamadas para os amistosos desta Data FIFA contra França (quinta-feira, 26) e Croácia (terça-feira, 31).
Veja qual o grupo do Brasil na Copa de 2026
"Temos muitas dúvidas para as vagas restantes. Por isso chamei jogadores que não conheço para a defesa, no meio e na frente. A sorte da seleção é que tem jogadores com muita qualidade e muitos talentos", concluiu o comandante.
As novidades são os defensores Bremer (Juventus), Ibañez (Al Ahli) e Léo Pereira (Flamengo), os meio-campistas Danilo (Botafogo) e Gabriel Sara (Galatasaray) e os atacantes Endrick (Lyon), Rayan (Bournemouth) e Igor Thiago (Brentford).
O lateral-esquerdo Kaiki, do Cruzeiro, também apareceu na lista pela primeira vez, mas foi convocado após o corte por lesão de Alex Sandro, do Flamengo.
