Mesmo após as críticas pelo pênalti perdido contra a Noruega, quando o duelo pelas oitavas de final da Copa do Mundo ainda estava empatado em 0 a 0, Bruno Guimarães não se abateu e segue mostrando que pode ser uma das referências deste Brasil em busca de uma identidade sob o comando de Carlo Ancelotti.
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A marca de 50 jogos pela Seleção foi celebrada pelo jogador, que vive um novo momento na carreira, agora defendendo o Arsenal e se consolidando como um dos pilares do ciclo para a Copa do Mundo de 2030.
"Muito grato e feliz com a marca. Estar aqui, vestindo essa camisa, é tudo aquilo que eu sonhei um dia junto com minha família. As coisas foram acontecendo sempre no tempo certo na seleção. Um primeiro ciclo de inserção ao grupo e indo a minha primeira Copa; depois fui conseguindo buscar meu espaço e tive uma Copa do Mundo em que pude jogar; e agora, neste novo ciclo, servindo de ponte para os jogadores mais novos que estão chegando. Sou muito feliz aqui e espero poder chegar a outras marcas. Que daqui pra frente tenhamos títulos para comemorar", disse o volante.
A primeira aparição de Bruno Guimarães na Seleção aconteceu ainda na era Tite, quando foi chamado em outubro de 2020. Mas ele só fez sua estreia no mês seguinte, substituindo Douglas Luiz na vitória sobre o Uruguai por 2 a 0, pelas Eliminatórias para a Copa de 2022.
Desde então, o jogador soma 50 partidas pela Seleção Brasileira, sendo 39 como titular. Ele foi às redes quatro vezes e deu 12 assistências, sendo quatro delas durante a Copa do Mundo deste ano.
Bruno Guimarães comentou ainda sobre a decisão de Vini Jr. cobrar o pênalti contra a Austrália. O volante da Seleção reforçou o companheirismo e a ausência de vaidade em um momento como esse, sem permitir que a lembrança da partida contra a Noruega voltasse a ganhar espaço.
"Depois desse negócio do pênalti, muitas coisas apareceram. Aqui a gente não tem vaidade nenhuma. No último jogo da Copa, o Ancelotti mandou eu bater, hoje ele mandou o Vini. O Vini também estava precisando fazer um gol, eu já tinho feito A gente não tem vaidade nenhuma. A gente quer o bem do Brasil. Feliz por ele, feliz pelo jogo que a gente desempenhou. É dar sequência no trabalho", concluiu.
O Brasil volta a campo contra a Índia no próximo sábado (3), às 11h (de Brasília). Será o último amistoso da Seleção na prolongada Data FIFA que se estendeu do fim de setembro ao início de outubro.

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