"A informação de que meu joelho direito foi examinado não é verdadeira. Talvez eu seja responsável por isso, porque quando você não se comunica, deixa espaço para interpretações. Com o Real, sempre tivemos uma comunicação clara, tanto com os médicos quanto com os fisioterapeutas", afirmou em coletiva com a seleção francesa.
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"Estou feliz por me sentir bem, sentir meus dois joelhos e poder curtir o gramado. Devo isso também ao meu clube, fico feliz de estar apto e saudável", completou.
Questionado sobre o desempenho do Real Madrid durante sua ausência por lesão, Mbappé mostrou pragmatismo e rechaçou o rótulo de "única solução" do elenco.
"É bom que o time consiga jogar assim, porque é um momento importante, é fundamental que o time vença. Eu não queria que fossemos eliminados da Champions. É uma pressão para nós, jogadores, porque precisamos nos encaixar no esquema. Quando fomos eliminados da Copa do Rei, todos achavam que eu era a única solução. Agora, pensam o contrário", defendeu.
O desafio contra o Brasil
O amistoso desta quinta-feira (26) contra o Brasil é visto por Mbappé como um prazer e um desafio de preparação para a Copa do Mundo de 2026. O craque não poupou elogios à Seleção Brasileira e se mostrou ansioso pelo confronto.
"O Brasil é um país gigante no futebol. Dá uma primeira ideia do que vai ser neste verão na Copa do Mundo: o clima, a torcida... Todo mundo aqui conhece a história do Brasil, é o país que mais inspirou o futebol de seleções. Eles têm 5 estrelas na camisa", destacou.
"Sempre é um desafio. Eles vão brigar pelo título. Estamos ansiosos para jogar amanhã. Vai ter muito aprendizado. Temos que dar tudo, vai ser um jogão", avaliou.
A integração com Les Bleus
Sobre o esquema tático da França, Mbappé destacou a sorte de contar com nomes como Michael Olise e Ousmane Dembélé, reforçando a necessidade de equilíbrio.
"Olise está fazendo uma temporada incrível, é uma sorte ter um jogador desse nível, vamos tentar deixá-lo nas melhores condições, ele está se sentindo bem. Cabe a nós integrar todos os jogadores ofensivos. Ousmane tem um lugar que é dele por direito. Podemos montar vários trios de ataque sem perder qualidade", disse o capitão.
Por fim, o capitão francês comentou sobre a possibilidade histórica de levantar o troféu da Copa do Mundo com a braçadeira.
"Levantar a taça como capitão é algo muito raro e difícil. Quanto mais o tempo passa, mais a gente entende a importância disso. Seria incrível para mim, para os jogadores e para os franceses... Acho que até vocês, jornalistas, não iam achar ruim", comentou rindo.
O craque francês também foi questionado sobre os rumores de que Zidane assumirá a seleção no futuro. Apesar de reconhecer que soube das declarações do presidente sobre o técnico, garantiu estar focado "no presente e no que vem pela frente".
