Em 2025, na soma de Brasileirão, Copa do Brasil e Sul-Americana, o Vitória teve 1.285 duelos aéreos, levou vantagem em 627 (48,8%) e foi superado em 658 (51,2%). Na mesma temporada, em 24 jogos pelo Corinthians, Cacá ganhou 41 duelos aéreos de 64 possíveis, com aproveitamento de 64%.
Ainda no ano passado, pelas mesmas competições, o Vitória sofreu 55 gols — 46 deles em lances dentro da área e outros nove fora. Foram 4.242 duelos disputados, 2.131 ganhos e outros 2.111 perdidos — aproveitamento de 50,2%.

Já em 2026, em três rodadas do Brasileirão, o Leão sofreu sete gols, com média de 2,3 por jogo.
A busca por uma nova peça ganhou mais importância após as saídas do zagueiro e ex-capitão Lucas Halter, para o Houston Dynamo-EUA, e do defensor canhoto Zé Marcos, para o Sport. O técnico Jair Ventura ainda conta com Camutanga, Edu, Edenilson, Neris e Riccieli.
A temporada de 2026 já se encaminha para o início de novas competições e a janela de transferências está perto do fim. O Vitória corre atrás de novas peças para as 35 rodadas restantes do Brasileirão e os duelos por Copa do Brasil e Copa do Nordeste.
Cacá perdeu espaço no Corinthians
Cacá é conhecido por ser um zagueiro de forte marcação e pelo jogo aéreo presente. Mesmo com 62,4% dos duelos ganhos (88 de 148) em 2025, o zagueiro perdeu espaço no Corinthians após a chegada de Gustavo Henrique e a subida de João Pedro Tchoca para o elenco principal.
Além deles e da disputa por uma vaga com André Ramalho, Gabriel Paulista chegou como outro candidato. O cenário empurrou Cacá para o final da fila com o técnico Dorival Júnior.
Na temporada atual, o Cacá jogou apenas uma partida, na derrota do Timão para o Red Bull Bragantino por 3 a 0, pela 2ª rodada do Paulistão. Contudo, o zagueiro esteve presente no elenco que conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil de 2025, além da Supercopa Rei de 2026.

