O valor fixo anual, que antes era de R$ 103 milhões, passou para R$ 150 milhões, representando um acréscimo de R$ 47 milhões por temporada. A informação, divulgada inicialmente pelo ge, coloca o Timão como dono do segundo maior patrocínio máster do país, atrás apenas do Flamengo.
Confira a classificação do Brasileirão
O contrato prevê ainda bônus por desempenho esportivo. Caso a equipe alcance metas e conquiste títulos, o montante anual pode chegar à marca de R$ 200 milhões.
Para o primeiro ano do novo acordo, em 2026, a diretoria articulou uma estratégia para reforçar o fluxo de caixa: o valor fixo será de R$ 160 milhões, já que a verba de R$ 10 milhões destinada anualmente a ações de marketing será injetada diretamente no montante geral deste início de contrato.
O pagamento será estruturado em 10 parcelas anuais, com o primeiro depósito em março e a quitação retroativa dos meses de janeiro e fevereiro.
Embora o clube tenha sido sondado por outras empresas e até avaliado a criação de uma operadora de apostas própria, a diretoria optou pela continuidade da Esportes da Sorte. A escolha se deu pela solidez da relação construída desde julho de 2024 e pela falta de garantias financeiras nas propostas concorrentes.
Espaço para novos parceiros
No vínculo anterior, o Corinthians possuía verbas carimbadas para finalidades específicas, como os R$ 57 milhões que viabilizaram a contratação de grande apelo midiático do holandês Memphis Depay.
Agora, a diretoria terá total autonomia para gerir o dinheiro conforme as prioridades do clube, sem a obrigatoriedade de destinar cotas para reforços de impacto.
Além disso, a Esportes da Sorte se desfez das propriedades no time feminino, no basquete e no futsal, mantendo-se exclusivamente nas camisas de jogo e treino do futebol masculino. A decisão libera o Corinthians para buscar patrocinadores específicos para as modalidades e gerar novas fontes de receita.
