O estado do campo, castigado pela chuva no Rio de Janeiro, foi a principal insatisfação da comissão técnica palmeirense.
Veja como foi Vasco 2x1 Palmeiras
"Na televisão não dá para ver, mas por baixo do campo parece que plantaram batatas. O campo tem altos e baixos. Mas tudo bem, isso é o que é, o futebol raiz. Estamos em 2026 e algumas coisas não mudam", ironizou o treinador na coletiva.
Esta foi a primeira vitória do Vasco sobre o Alviverde em seu estádio desde 2012.
"No domingo (contra o Novorizontino) jogamos em outro gramado pesado, a bola não andava, hoje foi a mesma coisa. No segundo tempo, começou a chover e virou um pequeno batatal", afirmou, associando a instabilidade do terreno à queda de desempenho físico e técnico da equipe alviverde.
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Falta de varinha mágica
Além do estado do "batatal", Martins lamentou o desgaste dos jogadores e a dificuldade em reagir diante de um campo tão precário.
"No segundo tempo, a equipe tentou. Se tivéssemos uma varinha mágica, teríamos feito as alterações no intervalo, não sabíamos que a equipe ia quebrar tanto. Entraríamos com duas ou três substituições, com mais energias. Foi isso que faltou. Falta de lucidez, e a parte física pesou muito", analisou.
O Palmeiras agora deixa o gramado pesado do Rio de Janeiro para trás e foca no retorno ao Allianz Parque, que teve seu novo gramado sintético aprovado pela FIFA.
O time enfrenta o Mirassol neste domingo, às 18h30, já com o retorno de Abel Ferreira ao banco de reservas.
