A dupla ofensiva do São Paulo não atua junta desde a vitória por 1 a 0 sobre o Internacional. Naquele jogo, válido pela 28ª rodada, Calleri marcou de pênalti. Desde então, os dois ficaram quase um mês sem atuar juntos.
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Luciano se lesionou no clássico contra o Santos e desfalcou o time contra Cruzeiro e Vitória. Calleri, por sua vez, cumpriu suspensão diante do Santos e jogou contra Cruzeiro e Vitória. Nestes três jogos, o São Paulo somou duas derrotas e uma vitória.

Com ambos em campo, a taxa de conversão de chances claras de gol atinge 46%, um contraste discrepante quando comparado aos períodos de ausência total da dupla, nos quais a eficácia despenca para apenas 25%. Ou seja, a melhora relativa é de 84%.
Essa evolução na pontaria reflete diretamente no volume de gols e no rendimento geral do time ao longo das partidas. Com a presença de Calleri e Luciano, o Tricolor ostenta uma média de 1,39 gol marcado por jogo e conquista 1,44 ponto por partida, obtendo um aproveitamento de vitórias próximo dos 39%.

No cenário em que nenhum dos dois atacantes está em campo, o ataque perde força drasticamente, com a média de tentos caindo para 0,5 por jogo e o aproveitamento de pontos despencando para 25%. A volta de Lucas, que entrou bem contra o Vitória fazendo aumentar a produção ofensiva são-paulina mude ajudar a mudar o quadro.
São Paulo com Luciano e Calleri
Jogos: 18
Vitórias: 7
Empates: 5
Derrotas: 6
Gols: 1,39 por jogo
Grandes chances convertidas: 46%
São Paulo com apenas um dos artilheiros
Jogos: 8
Vitórias: 3
Empates: 1
Derrotas: 4
Gols: 1 por jogo
Grandes chances convertidas: 35%
São Paulo sem Luciano e Calleri
Jogos: 4
Vitórias: 1
Empates: 0
Derrotas: 3
Gols: 0,5 por jogo
Grandes chances convertidas: 25%
Além do peso no setor de ataque, a permanência da dupla traz uma sensação maior de controle do jogo, refletida até mesmo nos números defensivos. Sem Luciano e Calleri, o São Paulo sofre, em média, 1,5 gol por partida.

Já com a presença dos dois titulares, a média de gols sofridos cai para 1,11, evidenciando que a retenção de bola e a pressão exercida na frente pela dupla ajudam a aliviar a carga sobre o sistema defensivo tricolor. Calleri costuma brigar muito na frente e voltar para a ajudar a defesa nas bolas paradas.
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