"É completamente inaceitável que a FIFA, após o telefonema de Trump para Infantino, tenha retirado o cartão vermelho ao atacante norte-americano Folarin Balogun. Isso nunca deveria ter acontecido, foi uma traição ao fair play e ao futebol", afirmou Lothar Matthaus.
No geral, a "encenação Trump-Infantino" o deixou irritado, assim como a "americanização do futebol e a extrema comercialização".

O ex-jogador de 65 anos acrescentou: "Ninguém precisa de pausa para beber água. A FIFA e as emissoras de televisão aproveitam as paralisações para fazer negócio, esse é o verdadeiro motivo da sua introdução", afirma.
O alemão considera, ainda, que o espetáculo do intervalo na final foi inadequado. "Excelentes artistas, excelente música. Mas por qual motivo no intervalo, tornando-o longo demais? Por que não antes do jogo?", indaga.
Os preços dos ingressos também desagradaram a Matthaus. "Os custos para os torcedores, especialmente nos Estados Unidos, foram muito elevados. Pode ser uma visão romântica, mas gostava que o futebol continuasse a ser futebol, para todos", lamenta.
O ex-capitão também não vê com bons olhos a esperada ampliação da Copa para 64 equipes. "Uma pequena piada. Desta forma, a Itália estaria novamente garantida", descontrai.
A Copa do Mundo de 2026 foi realizada de 11 de junho a 19 de julho na América do Norte. Veja o que de melhor aconteceu no torneio:
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