Sete grandes coincidências para o hexa do Brasil na Copa do Mundo de 2026

O hexa vem?
O hexa vem?Rafael Ribeiro/CBF

Após onda de dificuldade e performances, a Seleção Brasileira pode recorrer a uma seleta lista de superstições e coincidências para sonhar com o hexacampeonato da Copa do Mundo.

A Copa 2026 se aproxima, e o Brasil já sabe quem serão seus primeiros adversários no torneio. Em sorteio realizado na cidade de Washington, a Seleção caiu no Grupo C, enfrentando Marrocos, Escócia e Haiti. Para os torcedores mais supersticiosos, o grupo reserva coincidências históricas que alimentam o sonho do hexa.

Confira o calendário da Copa do Mundo

Em um momento de um futebol pouco inspirado da Seleção Brasileira, uma vasta lista de sete coincidências pode levar o mais negativo torcedor a acreditar no título mundial.

'C' de campeão 

Desde que a FIFA passou a organizar os grupos por letras, a chave C se destacou por abrigar campeões mundiais. Entre eles, o Brasil conquistou o penta em 2002, avançando com 100% de aproveitamento em uma chave com Turquia, China e Costa Rica. Além dos brasileiros, a França (1998 e 2018) e a Argentina (2022) também saíram campeãs após passar pelo Grupo C, reforçando a tradição da chave.

Os 24 anos de espera

Outro ponto que chama atenção é o jejum do Brasil. O último título da Seleção foi em 2002, há 24 anos. Caso conquiste a Copa em 2026, o Brasil repetirá o padrão de 1994, quando quebrou o mesmo período sem troféus desde 1970, mostrando uma curiosa simetria temporal na trajetória da Amarelinha.

A pior Eliminatórias

As coincidências se estendem às Eliminatórias Sul-Americanas. Assim como em 2001, antes do penta, a Seleção passou por uma campanha considerada fraca, a pior naquele momento. Em 2025, a performance brasileira nas Eliminatórias também registrou resultados abaixo do esperado, batendo o recorde negativo com um trágico 5º lugar, apesar da vaga garantida.

Troca de técnicos só vista uma vez

Além disso, a mudança de comando técnico também remete ao passado. Antes da Copa de 2002, Luiz Felipe Scolari assumiu a Seleção após a instabilidade causada por Emerson Leão e Vanderlei Luxemburgo. Hoje, Carlo Ancelotti herdou a equipe após passagens frustrantes de Dorival Júnior e Fernando Diniz, reforçando a sensação de repetição histórica no comando da Canarinho.

Brasileirão tem retorno parecido

Outra coincidência curiosa envolve o Remo, clube que retornou à elite do futebol brasileiro, em 2026, após 31 anos. A última presença do clube paraense na elite foi em 1994, ano em que o Brasil quebrou o jejum de 24 anos e conquistou o tetracampeonato. Esse paralelo histórico entre o futebol nacional e o cenário da Seleção intensifica as inacreditáveis coincidências.

América do Norte traz taça

O fator geográfico também contribui para a mística. Historicamente, o Brasil se dá bem em Copas realizadas na América do Norte. Em 1970, no México, conquistou o tricampeonato; em 1994, nos Estados Unidos, quebrou o primeiro jejum de 24 anos; e em 2026, com o torneio dividido entre Canadá, EUA e México, a final será em Nova Jersey, no MetLife Stadium, reforçando a sensação de que o continente traz sorte à Seleção.

Carlo Ancelotti estava no tetra

Por fim, há um elo curioso com Carlo Ancelotti, que esteve presente como auxiliar da Itália na final de 1994, no Rose Bowl, onde o Brasil conquistou o tetracampeonato, no mesmo jejum vigente de 24 anos. Hoje, ele está do outro lado da história, podendo comprovar seu currículo de grandes conquistas, agora treinando seleções, podendo fechar um ciclo gigante de coincidências que levam o torcedor brasileiro a acreditar no hexacampeonato.

Leia o artigo no BeSoccer

----------------------------

Patrocinado

Não fique de fora!

Assista a todos os jogos da Copa do Mundo ao vivo pela CazéTV no plano Premium do Disney+ a R$ 19,90/mês.

Oferta por tempo limitado. Assine já!

--------------------------------

Assine Disney+ para acompanhar ao vivo todos os jogos da Copa
Assine Disney+ para acompanhar ao vivo todos os jogos da CopaDisneyPlus