O Rubro-Negro ofereceu cerca de 40 milhões de euros (R$ 249,2 milhões), o que faria de Paquetá a compra mais cara do futebol brasileiro.
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O Fla espera ter o meia já em janeiro, enquanto o West Ham tenta manter o jogador até o final da atual temporada da Premier League.
Por que o acordo não é fácil?
O principal entrave é na forma de pagamento, disse Boto à GE TV, pouco antes do clássico contra o Vasco no Maracanã — vencido pelo Rubro-Negro por 1 a 0.
“É a primeira e última vez que vou falar sobre. Queremos muito ter o Paquetá e ele quer muito vir. Nas negociações há sempre uma terceira parte e essa terceira parte não está muito convencida em vender o Paquetá", respondeu.
“Tivemos avanços significativos, mas é uma operação muito difícil. São valores e um jogador de um patamar muito grande. Temos que ter paciência ao negociar com o West Ham. Não é exclusivo o clube brasileiro pagar parcelado, todos os clubes do mundo pagam parcelado", contou Boto.
“Há uma série de tratativas que demoram. Queríamos o Paquetá já aqui e estamos trabalhando muito para que ele venha. O principal entrave é financeiro. São verbas altas, que já baixamos significativamente. Mas tem forma de pagamento... é um jogador que está no top e não é fácil", completou o cartola, se dizendo otimista sobre o desfecho das conversas.
Volta aos gramados
Lucas Paquetá está em processo de transição no time inglês após se recuperar de uma lesão nas costas.
Ele deve retornar aos treinos nesta sexta, mas ainda desfalca a equipe contra o Sunderland, neste fim de semana, pela 23ª rodada da Premier League.
