“Qualquer crítica a nós e a mim, vocês têm toda razão. Quando perde um clássico de 3 a 0, não tem justificativa. O maior responsável sou eu. Foi erro meu. Assumo a responsabilidade maior da derrota. O jogador tem participação, é obvio, mas assumo sem dúvida a maior parte. O que vier de crítica, principalmente o torcedor do Santos, tem toda razão", afirmou.
“A gente precisa entender que jogos decisivos assim tem que jogar melhor, ter mais espírito, ter mais alma. Quem sabe mais para frente a gente possa entender melhor, em outras competições ou na quarta-feira que vem", acrescentou o treinador.
Preservação de Ney
O comandante também detalhou os motivos que levaram ao corte de Neymar. Apesar de ter sido relacionado inicialmente, o camisa 10 não viajou com a delegação para São Paulo.
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"A ausência do Neymar tem suas razões, vocês sabem. Foi o tal do controle de carga, não poder ter uma sequência de desenvolver o futebol dele jogando aqui, domingo e na quarta, os dois cartões que ele tinha. Ele está isento. Por ele, teria vindo jogar. É uma responsabilidade da comissão técnica", revelou.
"Relacionei o Neymar porque chegamos a discutir a vinda dele, gramado sintético e importância dos jogos. São vários motivos, não uso a palavra arrependimento. Mas faz muita falta para nós, engrandece a equipe", finalizou.
Palmeiras e Santos voltam a se enfrentar no dia 2 de setembro, desta vez na Vila Belmiro.
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