Desta maneira, caso nenhuma das 48 seleções classificadas para a Copa decida contratar um técnico brasileiro nos meses que antecedem a disputa em solo norte-americano, o fato será consumado, representando uma grande ruptura na escola nacional de comandantes.
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A situação começa na própria Seleção Brasileira, que irá para a Copa do Mundo com um estrangeiro no comando. Carlo Ancelotti será apenas o segundo técnico não brasileiro a dirigir o time verde e amarelo em uma competição oficial — o primeiro desde o uruguaio Ramón Platero, no Sul-Americano de 1925.

O cenário atual contrasta com um passado de forte exportação de talentos para a área técnica. Nomes como Carlos Alberto Parreira — que comandou Kuwait, Emirados Árabes, Arábia Saudita e África do Sul em quatro edições distintas — simbolizam essa era.
A lista de brasileiros em seleções estrangeiras também inclui Paulo César Carpegiani, pelo Paraguai em 1998, Luiz Felipe Scolari, à frente de Portugal em 2006, além de outros exemplos, como Joel Santana, que dirigiu a África do Sul em 2010.

Sylvinho era a esperança de que essa sequência fosse mantida, mas a Albânia foi derrotada pela Polônia por 2 a 1 nesta quinta-feira (26), pela repescagem europeia, e deu adeus à chance de disputar a Copa do Mundo.
