Gravina também assumiu a responsabilidade por deixar a Itália fora de um Mundial pela terceira vez consecutiva.
A Azzurra foi elminada da Copa de 2026 após perder disputa de pênaltis contra a Bósnia e Herzegovina na final das Eliminatórias.
"Apresentar minha demissão um minuto após o fim da partida contra a Bósnia foi um ato imperioso, que brotou do meu íntimo. Tão espontâneo quanto as lágrimas e aquela dor no coração que sei compartilhar com todos vocês. Pediram-me que esperasse um pouco para que todos pudessem refletir devidamente", disse Buffon em seu post de despedida.
A FIGC informou em comunicado que a eleição para um novo presidente será realizada em 22 de junho, com Giovanni Malago, ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano e que também presidiu o comitê organizador das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, entre os cotados para o cargo.
A renúncia de Gravina também pode significar a saída do técnico da Itália, Gennaro Gattuso, já que foi o atual presidente quem pediu para o ex-jogador permanecer no comando até o meio deste ano.
Gabriele Gravina foi eleito presidente da FIGC em outubro de 2018, tornando-se o substituto definitivo de Carlo Tavecchio, que deixou o cargo após a primeira eliminação da Itália nas Eliminatórias da Copa do Mundo para a Suécia no ano anterior.
O ponto alto de sua gestão foi a conquista da Euro 2020, quando o time comandado por Roberto Mancini ficou 37 jogos invicto e venceu a Inglaterra em Wembley.
