Por outro lado, a renovação da Seleção Brasileira fica em 42,3%, abrindo espaço para 11 atletas que farão sua estreia no torneio ou que ganharam terreno sob o comando de Carlo Ancelotti.
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A relação de goleiros não teve mudança. Alisson, Ederson e Weverton foram os goleiros de Tite na Copa do Mundo do Catar e serão os nomes de confiança de Ancelotti neste ano.

O setor defensivo da Seleção Brasileira mantém a base última Copa do Mundo, levando quatro remanescentes do Catar para a América do Norte. Marquinhos (PSG) desponta como o provável titular da zaga, enquanto Danilo (Flamengo), além de nome certo na lista, exerce um papel fundamental de liderança no elenco. Completam o grupo de defensores "veteranos" Alex Sandro (Flamengo) e Bremer (Juventus).
No meio-campo, a espinha dorsal de Carlo Ancelotti aposta na experiência. Os volantes Casemiro (Manchester United) e Fabinho (Al-Ittihad) carimbaram o passaporte para o seu segundo Mundial consecutivo. A consistência do setor é reforçada por Bruno Guimarães (Newcastle) e Lucas Paquetá (Flamengo), que também estiveram no Catar.
Já o comando de ataque assegura o retorno de quatro peças ofensivas que disputaram o último torneio de seleções. A linha de frente ganha o entrosamento de Raphinha (Barcelona), Gabriel Martinelli (Arsenal), o protagonista Vini Jr (Real Madrid) e, claro, o astro Neymar (Santos).
