Presidente da Federação Italiana renuncia após queda nas Eliminatórias da Copa

Gravina não aguentou a pressão
Gravina não aguentou a pressãoPaolo Bruno / GETTY IMAGES EUROPE / Getty Images via AFP

O presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, renunciou ao cargo nesta quinta-feira (2), dois dia após sua seleção não conseguir se classificar para a Copa do Mundo de 2026.

Gravina também assumiu a responsabilidade por deixar a Itália fora de um Mundial pela terceira vez consecutiva.

A Azzurra foi elminada da Copa de 2026 após perder disputa de pênaltis contra a Bósnia e Herzegovina na final das Eliminatórias.

A FIGC informou em comunicado que a eleição para um novo presidente será realizada em 22 de junho, com Giovanni Malago, ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano e que também presidiu o comitê organizador das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, entre os cotados para o cargo.

A renúncia de Gravina também pode significar a saída do técnico da Itália, Gennaro Gattuso, já que foi o atual presidente quem pediu para o ex-jogador permanecer no comando até o meio deste ano.

Gabriele Gravina foi eleito presidente da FIGC em outubro de 2018, tornando-se o substituto definitivo de Carlo Tavecchio, que deixou o cargo após a primeira eliminação da Itália nas Eliminatórias da Copa do Mundo para a Suécia no ano anterior.

O ponto alto de sua gestão foi a conquista da Euro 2020, quando o time comandado por Roberto Mancini ficou 37 jogos invicto e venceu a Inglaterra em Wembley.