O fator Boca
Um dos grandes responsáveis pelo feito é o Boca Juniors. Hexacampeão da Libertadores e segundo maior vencedor da história do torneio, o clube argentino “caiu” para a Sul-Americana após terminar em terceiro lugar no grupo da Libertadores e reforçou um mata-mata que já concentrava alguns dos principais campeões do continente.

A presença do Boca elevou ainda mais um cenário que já chamava atenção desde o início da temporada. A Sul-Americana começou a fase de grupos com um recorde de 10 campeões da Libertadores e 21 títulos entre seus participantes.
Embora Racing, San Lorenzo e Grêmio tenham ficado pelo caminho, a chegada do clube argentino fez o total de taças subir para 22, consolidando a competição com um currículo ainda mais pesado do que o da própria Libertadores nas oitavas de final.

Brasileiros seguem sendo maioria
A predominância brasileira, marca da Libertadores nos últimos anos, também aparece dos dois lados da chave. Dos sete campeões ainda vivos na principal competição continental, cinco são brasileiros. Na Sul-Americana, o cenário se repete: cinco dos oito campeões remanescentes representam o país.
O recorte reforça a força dos clubes brasileiros em um período em que o Brasil conquistou as últimas sete edições da Libertadores e dominou o futebol sul-americano.

