O posicionamento do treinador ocorreu na noite desta quarta-feira (9), no Nubank Parque, logo após a vitória por 1 a 0 sobre a LDU, pela ida das quartas de final da Libertadores.
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Abel Ferreira havia afirmado em entrevista anterior que a torcida deveria "desfrutar" porque nunca havia comemorado como no seu período como técnico.
"Fui rever e não gostei do que vi. Sou casado com minha mulher há 20 anos e às vezes falo o que não devo, mas ela sabe o que tem em casa", disse ele. “Se calhar, não fui claro, não soube me expressar, portanto tudo que eu faço é o melhor que posso com os recursos que tenho para ajudar ao Palmeiras. Respeito muito a história do Palmeiras, ninguém é maior que o Palmeiras. Amo estar no Palmeiras."
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“Volto a repetir aos torcedores, quando dizem que sou um deles, muitas vezes tenho o coração ao pé da boca", acrescentou o treinador.
"Encontrei um relógio preparado no Palmeiras. Eu trouxe a pilha. O que é mais importante: o relógio ou a pilha? Os dois. Respeito muito a história do Palmeiras. Venceu, está a vencer e continuará a vencer quando eu sair do clube."
“Um dia deixarei o clube. Vou voltar a repetir. Serei eternamente grato a tudo que o clube me proporciona", concluiu.

Vantagem magra para Quito
Dentro de campo, o Palmeiras produziu, mas venceu vai levar vantagem mínima para a partida de volta no Equador.
"Acho que hoje tivemos um jogo coletivo formidável em função das chances que criamos. Em comparação a última eliminatória que tivemos aqui, conseguimos um resultado bem melhor. Fiquei contente pelo volume e quantidade de oportunidade que criamos", analisou.
A partida de volta será no dia 16 de setembro – salve no seu app do Flashscore.
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