Goleiro do Botafogo sente altitude e explica momento de tensão em Potosí: "O ar não vinha"

Léo Linck durante duelo entre Botafogo e Nacional de Potosí
Léo Linck durante duelo entre Botafogo e Nacional de PotosíVítor Silva/Botafogo

O goleiro Léo Linck, do Botafogo, viveu um momento de tensão durante a derrota por 1 a 0 para o Nacional Potosí, na noite desta quarta-feira (18), pelo jogo de ida da 2ª fase da Copa Libertadores. Afetado pela altitude de mais de 4 mil metros da cidade boliviana, o jogador pediu atendimento médico e relatou à GE TV que sentiu falta de ar.

"Não estava vindo nada de ar, estávamos num momento complicado do jogo também. Eu já tinha vindo para a Bolívia, mas não para Potosí. Você vai para frente, volta, na terceira vez o ar não veio. Como eu posso pedir atendimento e não sair de campo, usei desse privilégio", disse Léo Linck

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O goleiro botafoguense chegou ao país vizinho ainda no fim de semana, em decisão da comissão técnica para um período de aclimatação às condições adversas de Potosí. No entanto, mesmo com a medida, Léo Linck não conseguiu passar ileso pelos efeitos da altitude.

"Viemos antes justamente para adaptar, é totalmente diferente. A bola vem muito mais rápida, varia muito mais. Eles falaram que tinha a possibilidade (de ser titular). Vim para me adaptar e o resultado foi complicado, mas deu certo ali (em campo)", destacou o goleiro. 

Com a derrota, o Botafogo terá que buscar uma vitória por dois gols de diferença na próxima quarta-feira (25), no Nilton Santos, às 21h30, para avançar de forma direta à terceira fase. Caso devolva o 1 a 0, a classificação será decidida nos pênaltis. 

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