A partir das 18h (horário de Brasília), no Estádio Monumental, na capital do Peru, paulistas e cariocas vão decidir a 66ª edição da principal competição sul-americana de clubes, que possui apenas vencedores brasileiros desde 2019, quando o troféu passou a ser disputado em jogo único.
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Essa tendência mantém-se em 2025, com o Brasil perto de alcançar o recorde de 25 títulos da Argentina, cujo derradeiro triunfo foi obtido pelo River Plate diante dos compatriotas do Boca Juniors, em 2018, antes do regresso das vitórias do Flamengo, então de Jorge Jesus, em 2019, em Lima, e do Palmeiras, já com Abel Ferreira, em 2020 e 2021.
Seguiram-se novo êxito do Mengão, em 2022, e os inéditos troféus do Fluminense, em 2023, e do Botafogo, com Artur Jorge, sendo que três das últimas quatro finais tiveram times brasileiros, cenário vivido em 2005 e 2006 e repetido em 2025.
A quatro dias da final da Libertadores, o Flamengo ficou a apenas dois pontos de se sagrar campeão brasileiro após cinco anos, ao empatar contra o Atlético Mineiro (1 a 1), enquanto o Palmeiras foi derrotado fora pelo Grêmio (3 a 2).
A duas rodadas do fim, o Mengão tem 75 pontos, contra 70 do Verdão, que perdeu o título em 2024 para o Botafogo e tenta agora evitar a primeira temporada sem conquistas desde a chegada de Abel, no clube desde outubro de 2020 e um dos dois treinadores mais vencedores do clube, com os mesmos 10 de Oswaldo Brandão.
O Palmeiras disputa uma final da Libertadores pela primeira vez desde 2021, quando venceu o Flamengo, em Montevidéu, e alcançou os três troféus dos cariocas, após triunfos em 1999 e 2020 e derrotas em 1961, 1968 e 2000. O Mengão só perdeu nessa edição, tendo sido campeão em 1981, 2019 e 2022.
Um dos dois clubes vai igualar os quatro títulos de Estudiantes e River Plate e ficar a três dos argentinos do Independiente, recordistas com sete, deixando para trás cinco clubes, incluindo Grêmio, Santos e São Paulo.

