Apesar de desagradar à FIFA, que os excluiu da votação para o onze ideal do Mundial, os centrais de Espanha foram os melhores do torneio, que acabou por dar a segunda estrela à La Roja. E sofreram apenas um golo, um verdadeiro recorde na história deste prestigiado evento.
Um dos segredos foi a complicidade do duo Cubarsí-Laporte. Onde um não chegava, estava o outro. Se um ia ao corte, o outro protegia mais a retaguarda. Se bloqueavam a saída de um, o outro assumia a responsabilidade de sair a jogar desde trás. Uma exibição atrás de outra, que levou o Barcelona, que procura um central, a pensar no hispano-francês para continuar a formar dupla com o jovem da formação culé.

À partida, a sua contratação seria mais acessível do que qualquer uma das opções que têm sido consideradas nos últimos meses. Ainda assim, já se sabe que, depois do que aconteceu nos dois últimos verões com Nico Williams, a relação com o Athletic Bilbau está longe de ser boa. E os bascos não são um clube vendedor. A sua cláusula é acessível, embora Laporte já tenha 32 anos: ronda os 15 milhões de euros, segundo o Sport.
O Athletic pagou pouco menos de nove milhões para o recuperar ao Al Nassr na época passada, numa transferência que quase o deixou impedido de jogar durante meses, porque a documentação não foi registada a tempo pela entidade saudita no sistema oficial de transferências internacionais. A FIFA, no entanto, acabou por aprovar toda a operação e permitiu a Laporte jogar.
Agora, o Barcelona está disposto a avançar para a sua contratação, embora precise, antes de mais, do sim do jogador, que assinou com os de San Mamés até 2028. Deco e companhia já estão a tratar disso.
