O ex-jogador foi extraditado em 2020 e condenado a 12 anos de prisão por um tribunal do Texas por crimes relacionados com o tráfico de cocaína, mas recuperou a liberdade antes de cumprir a totalidade da pena devido ao bom comportamento.
Viáfara "chegou num voo na madrugada de quinta-feira", indicou um responsável da Migração Colômbia neste sábado (7).
Viáfara foi detido em 2019 juntamente com outras quatro pessoas numa operação em cidades do oeste e noroeste do país, por integrar uma rede transnacional com ligações ao Clã do Golfo, a maior organização de narcotráfico da Colômbia.
Segundo as investigações, Viáfara teria se associado entre 2008 e 2018 com outras pessoas para enviar cocaína em lanchas rápidas, semissubmersíveis e outros tipos de embarcações a partir do Pacífico colombiano para os Estados Unidos, via América Central.
Nessa altura, Jhon negou as acusações e pediu para ser levado para os Estados Unidos a fim de esclarecer a sua situação.
"Bem-vindo a casa"
"Hoje é um dia diferente, único e incomparável, além de especial, por reencontrar-me com Jhon Eduis Viáfara Mina. Bem-vindo à casa", escreveu este sábado no X o seu amigo e jornalista Jaime Orlando Dinas, que acompanhou a mensagem com uma fotografia recente de ambos.
Reconhecido pelo seu potente chute de média e longa distância, o ex-jogador teve uma carreira de sucesso na Colômbia, onde representou equipes como Once Caldas, América de Cali, Deportivo Cali, Junior e Independiente Medellín.
Ele também jogou na Europa, defendendo Portsmouth e Real Sociedad. Vários jogadores colombianos estiveram envolvidos em escândalos de tráfico de droga, no país que mais produz cocaína no mundo.
