Rodrygo é um dos principais atacantes do Real Madrid, que lidera a classificação na LaLiga e está nas quartas de final da Liga dos Campeões.
Ele está acostumado a ter um lugar cativo entre os titulares de Carlo Ancelotti, como os números refletem, mas também é verdade que ele raramente joga os 90 minutos completos (apenas duas vezes em 2024, embora no empate da Copa do Rei, contra o Atlético de Madrid, ele tenha deixado o campo na prorrogação).
Essa seca não é nova para o atacante nesta temporada, pois ele ficou mais de dois meses sem marcar com a camisa branca na primeira parte da temporada.
Ele fez uma boa estreia na temporada, contra o Athletic Bilbao, no dia 12 de agosto de 2023, e só voltou a marcar no dia 24 de outubro (fora de casa, contra o Braga), uma dinâmica ruim que ele superou da melhor maneira possível, marcando oito gols em apenas cinco semanas. Durante esse período, ele só perdeu quando competiu pelo Brasil.

No entanto, a participação de Rodrygo nas ações ofensivas do Real Madrid foi drasticamente reduzida em 2024, ano em que ele marcou apenas três gols (contra Arandina, Barcelona e Girona) e deu uma assistência, justamente na partida contra os Culés. Esses registros são insuficientes para um jogador que não marca há mais de um mês. Ele marcou apenas um gol em suas últimas 12 partidas.
Seus números gerais na atual temporada não são de todo ruins: ele atinge dois dígitos em gols marcados e não fica muito atrás nos passes para gols (12 gols e 8 assistências em 38 jogos), embora seja superado por jogadores como Arttem Dovbyk ou Borja Mayoral.
É claro que a irregularidade é a principal nota negativa no caso do jogador da Seleção Brasileira, que claramente perde na comparação com Vinicius Júnior (16 gols e sete assistências em 26 jogos).
