Tebas declarou em suas redes sociais que o Real Madrid usava um canal de televisão considerado próximo do clube para "repetir sempre o mesmo discurso" : "Selecionar os lances que lhes interessam, repetir os insultos, alimentar a suspeita, apontar os inimigos."
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"Esse método lembra os mecanismos de propaganda usados por Goebbels, ministro da Propaganda da Alemanha nazista: repetição sistemática, construção de um inimigo e subordinação dos fatos à narrativa", escreveu.
Tebas havia esclarecido que "a comparação dizia respeito a técnicas de propaganda, e não a uma ideologia nem, é claro, aos torcedores do Real Madrid".
O Real Madrid considerou "absolutamente intolerável e de extraordinária gravidade que alguém que ocupa dois cargos de grande responsabilidade no futebol espanhol recorra a uma comparação com os métodos da propaganda do regime nazista para desacreditar o clube, sua diretoria e seu canal de televisão".

O clube 15 vezes campeão europeu, que reclama de uma arbitragem desfavorável, acrescentou que a atitude de Tebas demonstrava "falta de neutralidade, respeito e imparcialidade incompatível com suas responsabilidades institucionais" e pediu sua "renúncia imediata".
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