“A confiança te ajuda, mas também te mata bastante", contou ele às redes sociais do Lyon, em entrevista publicada nesta quarta (14).
“Você não pode ter confiança excessiva. Particularmente, acho que isso faz mal ao jogador. Você tem que estar confiante, mas não tanto para poder manter os pés no chão, para manter a humildade, para fazer um bom jogo, fazer o que é preciso e ajudar a equipe defensivamente" continuou.
“Se a confiança sobe muito à sua cabeça, você começa a desviar os olhares, sua mentalidade.”
“Se eu mantiver essa mentalidade, vai ser importante para mim", acrescentou, projetando a Copa de 2026.
"Vou fazer o máximo possível para ajudar o Brasil a ser hexacampeão”, cravou ele, depois de lembrar que ainda precisa atuar mais para estar na convocação final do técnico Carlo Ancelotti.
É só o começo
No último domingo, Endrick estreou fazendo gol na vitória por 2 a 1 sobre o Lille, pela Copa da França.
“Fico contente de ter feito gol no primeiro jogo (pelo Lyon), mas é só o começo. Tem muito campeonato pela frente", respondeu o brasileiro sobre seu 1º jogo desde que chegou à França vindo do Real Madrid.
Mais liberdade no Lyon
Endrick também disse que o técnico Paulo Fonseca tem sido um “paizão” e o recebeu de forma carinhosa no Lyon.
O jovem atacante contou que Fonseca o escalou da forma que o também português Abel Ferreira o escalava no Palmeiras. “Liberdade para ir para direita e ir para dentro. Me sinto à vontade”, analisou.

“Fonseca é um treinador com muito potencial. Ele tem sinceridade, é um treinador que fala o que você tem que fazer, não o que você quer ouvir", revelou o brasileiro.
Sobre ter saído mancando da partida contra o Lille, Endrick afirmou que foi por causa de uma paulistinha que tomou no fim do jogo.
“Estou muito perto do 100% (fisicamente)", disse o atleta, que retorna de empréstimo ao final da temporada.
