"Não me vou demitir. Solicitei à direção que inicie o processo de convocação de eleições, nas quais esta direção participará. Porquê? Trabalho desde 2000 para garantir que os donos do clube sejam os sócios. Tem sido orquestrada uma campanha absurda contra o Real Madrid e contra mim", afirmou.
"Não obtivemos os melhores resultados, mas estão aproveitando isso para me atacar pessoalmente. 'Onde está o Florentino?', perguntam. Alguns chegaram a dizer que tenho câncer terminal. Continuo a ser presidente do Real Madrid e de outra empresa que gera 50 milhões de euros de receitas anuais. A minha saúde é perfeita", declarou.
Quanto à possibilidade de contratar José Mourinho, atual treinador do Benfica, o dirigente evitou o tema e continuou a defender a sua presidência com unhas e dentes.
"Não vou falar de treinador, nem de jogadores. Venho falar de que me apresento para devolver o patrimônio aos sócios. Não só não vou sair, como vou me candidatar novamente a eleições porque quero que o Real Madrid continue nas mãos dos sócios. Quero defender a instituição", disse.
"Mourinho? Não achava que me iam perguntar isso (risos). Não estamos no momento de falar disso. Estamos no momento de falar do Real Madrid e dos seus sócios, que estão sob ataque. E quero que a oposição se apresente. Há uma campanha absurda contra o Real Madrid. É o melhor período do Real Madrid na história, sou o melhor presidente da história do clube e de todos os clubes. Até me dá vergonha de dizer, mas é verdade. Eu vou me defender. Mas hoje não vamos falar de futebol, treinadores ou jogadores", atirou.
