Ao ser questionado sobre seu temperamento à beira do campo, o treinador respondeu: "Um dos meus ídolos é o Ayrton Senna. Fora da competição era uma das melhores pessoas, mas a competir ele ganhou um campeonato mundial metendo o cotovelo na cara do (Alan) Prost".
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"A competir, não sou um exemplo. Não estou na igreja, estou competindo. Muitas vezes não sou o melhor exemplo. Sabem aquele personagem da Disney, o Pateta? Era um cara espetacular, mas quando pegava no carro, se transformava. Às vezes sou o Pateta. Odeio perder, mas é contra meu pai, minha mãe, minhas filhas, odeio perder", completou.
Abel também valorizou a chegada à sua 7ª final seguida do Paulista, após elogiar a equipe do São Paulo.
"Dá muito trabalho chegar à final. Às vezes não jogar como queremos também dá trabalho. Eu não vivo atrás de resultados. Sou um treinador que, quando não está competindo, dá o melhor pelos meus jogadores. Crio contextos, narrativas. Temos que ter um propósito na vida", disse ele.
Sobre o atacante Vitor Roque, o comandante alviverde afirmou que trata-se de "um leão, não um tigrinho”.
“Tem tomado muita porrada. É um jogador com características próprias. Ele é um jogador que precisa de muito carinho. Eles são como flores: tem uns que são cactos, que regamos uma vez e dá para o ano todo, e tem outros que precisamos regar sempre", explicou o comandante.
A primeira partida da final do Paulistão 2026 é na próxima quarta-feira (4), contra o Novorizontino. O jogo decisivo será no domingo (8), no interior paulista.
