Apenas em duas ocasiões, um time do interior conseguiu bater um grande na final do Paulistão em toda a história.
Siga a finalíssima do Paulistão 2026 com o Flashscore
O primeiro feito aconteceu em 1986, quando a Inter de Limeira foi campeã em cima do Palmeiras em pleno Morumbi. O segundo — e até aqui último — clube a conseguir tal façanha foi o Ituano, que bateu o Santos em 2014.
A história registra também uma meia-conquista: em 1973, a Portuguesa dividiu o título com o Santos porque o árbitro errou a conta dos pênaltis.
Relembre 5 vexames do Palmeiras contra times modestos no Paulistão
Houve também três campeonatos em que os grandes não chegaram à final na era moderna do campeonato:
• 1990 (A Final Caipira): Bragantino campeão em cima do Novorizontino
• 2002 (ano que os grandes não participaram): Ituano campeão em cima do União São João
• 2004: São Caetano campeão sobre o Paulista de Jundiaí
Confira as vezes em que um dos quatro grandes perdeu a final para um time do interior:
Paulistões vencidos por pequeno em cima de grande
1) 1986: Inter de Limeira x Palmeiras
Este é considerado o maior marco das "zebras" no Paulistão. Foi a primeira vez que um time do interior paulista sagrou-se campeão.
O jogo: Após um 0 a 0 na ida, a Inter venceu o Palmeiras por 2 a 1 no Morumbi.
Contexto: O Palmeiras vivia um jejum de 10 anos sem títulos e a derrota para o time de Limeira aumentou a crise no clube na época.
2) 2014: Ituano x Santos
O Ituano já havia vencido em 2002 (em um ano sem os grandes), mas em 2014 a conquista veio em uma final direta contra o Santos.
O jogo: O Ituano venceu a ida por 1 a 0. No segundo jogo, o Santos devolveu o placar. A decisão foi para os pênaltis, onde o time de Itu venceu por 7 a 6 em pleno Pacaembu.
Destaque: O Ituano eliminou o Palmeiras na semifinal antes de bater o Peixe na decisão.
3) 1973: Portuguesa x Santos (Título Dividido)
Embora seja um clube da capital, a Portuguesa não integra o G4. Esta final ficou marcada pelo erro histórico do árbitro Armando Marques.
A final foi para a cobrança de penais após 0 a 0 no tempo normal. Na disputa de desempate, Marques encerrou a disputa quando o Santos vencia por 2 a 0, mas a Lusa ainda tinha chances matemáticas de reverter a situação.
Como o erro foi percebido tarde demais, a Federação Paulista decidiu dividir o título entre os dois clubes.
