A janela de janeiro de 2026 teve um aumento de 3% no número de transferências em comparação ao recorde anterior, estabelecido no ano anterior, com mais de 5.900 negociações internacionais concluídas.
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No entanto, com um total superior a US$ 1,9 bilhão (quase R$ 10 bilhões) investido, o valor acumulado gasto em taxas de transferência caiu 18% em relação ao recorde de janeiro de 2025 (US$ 2,35 bilhões, mais de R$ 12,3 bilhões).
Os clubes ingleses foram, de longe, os que mais gastaram, com mais de US$ 363 milhões (R$ 1,9 bilhão) pagos em compensações — uma queda significativa em relação a 2025 (US$ 623 milhões, R$ 2,2 bilhões), mas ainda muito à frente dos clubes italianos (US$ 283 milhões, R$ 1,4 bilhões), que ficaram em 2º lugar.
Os clubes brasileiros entraram no top 3 este ano, com US$ 180 milhões (R$ 945,3 milhões) investidos — sendo cerca de US$ 49 milhões (R$ 257 milhões) referentes à contratação de Flamengo pelo Lucas Paquetá, vindo do West Ham, da Premier League.
Os clubes sauditas, que foram os 4º maiores gastadores no ano passado (US$ 213 milhões, R$ 1,1 bilhão), caíram para a 1ª posição, com US$ 101 milhões (£74,5 milhões).
Assim como no ano passado (US$ 373 milhões, R$ 1,9 bilhão em janeiro de 2025), os clubes franceses lideraram em receita com transferências, recebendo um total de US$ 218 milhões (R$ 1,1 bilhão) , à frente dos italianos, brasileiros, ingleses e espanhóis.
No futebol feminino, um novo recorde de gastos foi registrado, com mais de US$ 10 milhões (R$ 52,5 milhões) investidos em janeiro, um salto de 85% em relação ao recorde do ano passado, mesmo com uma queda de 6% no número de transferências (420 em janeiro de 2026).
Mais uma vez, os clubes ingleses foram os que mais gastaram, desembolsando mais de US$ 5 milhões (R$ 26,2 milhões).
