"Muito forte. Muito forte. Nas últimas duas ou três temporadas eles já estavam muito fortes e estão ficando cada vez mais fortes", afirmou o espanhol.
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O City empatou com Sunderland e Chelsea nas duas últimas rodadas e agora está seis pontos atrás dos Gunners, atuais líderes, ficando à frente do Aston Villa apenas pelo saldo de gols. O clube recebe o Brighton, que sofreu pelo menos dois gols nos últimos três jogos fora de casa, nesta quarta-feira (7), precisando vencer para manter vivo o sonho do título.
Caso vença em casa, os Sky Blues podem diminuir a diferença para três pontos, antes do Arsenal receber o Liverpool na quinta-feira (8). Guardiola está ansioso por três pontos fundamentais, que podem animar o elenco pressionado pelo Aston Villa. Em coletiva, o técnico também detalhou se há planos de ir ao mercado tentar frear o Arsenal.
"Talvez consigamos alguma coisa, mas é completamente diferente (do ano passado). Não vamos contratar quatro ou cinco jogadores como na última temporada. Para ter o melhor saldo líquido de transferências do país. Não somos, mas aparentemente sempre dizem que somos", explicou.
Soluções defensivas precisam ser encontradas
Guardiola atualizou a situação de vários defensores que provavelmente não estarão disponíveis contra o Brighton nesta semana, o que representa um grande problema defensivo.
A lesão de Ruben Dias no músculo posterior da coxa o afastará dos gramados por "quatro a seis semanas", enquanto John Stones "não estará pronto para os próximos jogos". Nathan Ake "está bem", e Josko Gvardiol "ficará fora por um bom tempo".
Perder tantos jogadores é um grande desafio para qualquer treinador de alto nível, mas Guardiola se manteve otimista e disse que vai buscar alternativas.
"Todo mundo sabe que é difícil. Temos o Nathan (Ake) de volta, um zagueiro. Max Alleyne retornou do empréstimo no Watford. Agradecemos ao Watford pelo que fizeram pelo jovem. Essa é a situação. Sempre conseguimos lidar", garantiu.
