A decisão ratifica o entendimento da primeira instância, que já havia descartado crime em novembro, com base nos laudos periciais da Guardia Civil.
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O acidente ocorreu no dia 3 de julho de 2025, na província de Zamora, quando os irmãos viajavam pela rodovia A-52. Diogo Jota, ex-jogador do Liverpool, conduzia uma Lamborghini acompanhado de André, atleta do Penafiel, que estava no banco do carona.
Durante uma ultrapassagem, um dos pneus do veículo estourou, fazendo com que o carro colidisse contra o separador central e se incendiasse imediatamente.
Jota estava a caminho da Inglaterra para iniciar os trabalhos de pré-temporada, mas havia sido aconselhado pela equipe médica a evitar viagens de avião, após passar por um procedimento cirúrgico durante as férias de verão.
