"É revoltante. Sempre é preciso analisar o contexto. O que posso dizer é que qualquer forma de racismo na sociedade, não só no futebol, é inaceitável. Não posso comentar sobre um caso que ainda está sendo investigado. O que posso afirmar é que, quando você vê um jogador abalado como o Vinicius Jr. ficou, normalmente é porque existe um motivo", afirmou.
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"Eu já sofri ataques racistas e o que as pessoas precisam entender é que, quando você é atacado por algo de que deve se orgulhar, é o pior sentimento que se pode imaginar. Como técnico de um clube como o Chelsea, eu tenho que me manifestar. Se qualquer jogador ou técnico for culpado de racismo, não deveria estar no futebol. É simples assim para mim", declarou.
Rosenior ainda destacou que o racismo não está apenas no gramado, e deve ser punido de forma diferente do que é hoje.
"Acho que é um debate muito maior do que só o futebol. As pessoas deveriam ser muito mais responsabilizadas do que são hoje, tanto nas redes sociais quanto na imprensa, para garantir que essas atitudes sejam eliminadas, porque todos devem ser julgados igualmente pelo caráter", completou.
Momento dos Blues
Apesar do tom sério fora de campo, Liam Rosenior vive um início de trajetória vitorioso no Stamford Bridge. Desde que assumiu a vaga deixada por Enzo Maresca, o treinador venceu oito dos 11 jogos disputados, devolvendo competitividade ao Chelsea.

A equipe agora busca retomar o caminho das vitórias após o empate amargo com o Leeds United (2 a 2) na última rodada da Premier League. O próximo desafio será contra o Burnley, que atravessa uma crise profunda.
O adversário ocupa a vice-lanterna da tabela e chega abalado por uma eliminação surpreendente na Copa da Inglaterra para o modesto Mansfield Town. Para o Chelsea, o confronto é visto como a oportunidade ideal para somar três pontos e se consolidar na briga pelas primeiras posições da liga.
