A principal característica do americano é a versatilidade. McKennie se destacou nesta temporada como um dos pilares dos bianconeri, aumentando também a sua contribuição: quatro gols e quatro assistências na Serie A em 25 jogos, três gols e uma assistência na Liga dos Campeões em 9 partidas, são números que falam por si.
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O jogador parece ter dado o salto definitivo de qualidade e Spalletti considera-o uma peça fundamental no seu esquema, preferencialmente como ligação atrás do atacante e aproveitando a capacidade de aparecer vindo de trás para finalizar.
A expectativa é de um acordo com ajuste salarial, que deverá subir os ganhos do meia para 4 milhões de euros (R$ 24,2 milhões) por temporada – atualmente, McKennie recebe 2,5 milhões (R$ 15,1 milhões). A renovação do meia é também um sinal para uma possível renovação de Spalletti, que pediu expressamente à direção.
Caso Vlahovic
A Juventus não fechou a porta para Dusan Vlahovic, embora neste caso chegar a um entendimento seja mais complicado, mas menos do que há alguns meses, quando o sérvio parecia já estar de saída.
Para o atacante, o teto salarial é o contrato de Yildiz, valor que os bianconeri não pretendem ultrapassar. O clube descartou a possibilidade uma renovação pelos valores exigidos pelo seu staff, que com os bônus chegava aos 12 milhões de euros (R$ 72,8 milhões) por temporada.
Nas últimas reuniões discutiu-se um valor de 10 milhões (R$ 60,7 milhões), com comissões para os agentes, totalizando 15 no primeiro ano (R$ 91,1 milhões), proposta rejeitada pela Juventus. O sérvio recusou a oferta de 8 milhões (R$ 48,5 milhões) por temporada feita no ano passado.

É pouco provável que, nos planos da Juve, o atacante vá receber mais do que Kenan Yildiz, que assinou um contrato de 6 milhões por temporada (R$ 36,4 milhões), assim como Jonathan David. Os valores estão distantes das exigências, embora pareça existir vontade de ambas as partes em continuar juntos.
