"É um sonho para mim, vai ser o primeiro de muitos. Quero agradecer a toda a comissão técnica, família e amigos", declarou o mineiro no palco da cerimônia.
Com o feito de Gabriel, o Brasil se tornou tetracampeão nesta categoria específica do Laureus que conta com todos os títulos sendo conquistados por nadadores, somando-se às vitórias de Daniel Dias em 2009, 2013 e 2016.
Para erguer a estatueta, o brasileiro precisou superar cinco concorrentes: o nadador italiano Simone Barlaam; a suiça Catherine Debrunner, do atletismo; a norte-americana Kelsey DiClaudio, do hóquei no gelo; o nadador tcheco David Kratochvíl e a equatoriana Kiara Rodríguez, do atletismo.
Gabrielzinho, que compete na classe S2 devido a uma focomelia congênita, transformou o último ciclo paralímpico em um monólogo. O prêmio é o reflexo direto de um desempenho impecável nos Jogos Paralímpicos de 2024, onde faturou três medalhas de ouro (50m costas, 100m costas e 200m livre).
O domínio já havia sido desenhado no Mundial de Singapura, no ano anterior, quando o atleta também subiu ao topo do pódio nas mesmas provas.
A conquista de Gabrielzinho amplia a galeria de troféus do Brasil no Laureus, o Oscar do esporte, para oito. Além dos nadadores, Rebeca Andrade ganhou Retorno do ano, em 2025; Ronaldo Fenômeno foi o Retorno do ano, em 2003; a Seleção Masculina de Futebol foi nomeada Equipe do ano, em 2003 e Bob Burnquist foi o Melhor atleta de esportes de ação, em 2002.
