Ícone do Brasil, Rebeca Andrade levará bandeira olímpica na abertura dos Jogos de Inverno

Rebeca Andrade fará história no estádio San Siro, em Milão
Rebeca Andrade fará história no estádio San Siro, em MilãoAlexandre Loureiro/COB

Maior medalhista do Brasil em Jogos Olímpicos, a ginasta Rebeca Andrade foi convidada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) para carregar a bandeira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno, que acontecerá na próxima sexta-feira (6), a partir das 16h (de Brasília), no estádio San Siro, em Milão.

Rebeca Andrade estará ao lado de outras sete personalidades: Tadatoshi Akiba, ex-prefeito da cidade japonesa de Hiroshima; a artista nigeriana Maryam Bukan Hassar; o escritor e ativista italiano Nicolò Govoni; o diplomata italiano Filippo Grandi, que também é o vice-presidente da Fundação Olímpica para refugiados; o queniano Eliud Kipchoge, pentacampeão olímpico no atletismo; Cindy Ngamba, que fez história ao se tornar a primeira atleta da equipe de refugiados a subir em um pódio olímpico; e Pita Taufatofua, atleta togolês. 

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"É uma honra e um orgulho enorme receber este convite do COI para fazer parte do desfile de abertura dos Jogos de Inverno. É um privilégio participar deste movimento, estar ao lado de atletas do mundo todo, carregar a bandeira olímpica, representar o Brasil mais uma vez em um momento tão especial para todos os atletas e amantes do esporte", disse Rebeca Andrade. 

"Esta será uma experiência bem diferente para mim. Nunca pensei que, ainda que por alguns dias, pudesse estar vendo bem de pertindo uma edição das Olimpíadas de Inverno. Estou muito feliz e honrada com a oportunidade", acrescentou a multimedalhista. 

Rebeca Andrade participou de três edições de Jogos Olímpicos de Verão — Rio 2016, Tóquio 2020 e Paris 2024 — e conquistou um total de seis medalhas olímpicas. Ela não subiu ao pódio em sua estreia em 2016, mas em Tóquio 2020 faturou ouro no salto e prata no individual geral; em Paris 2024 somou mais quatro pódios (um ouro, duas pratas e um bronze), tornando-se a maior medalhista olímpica da história do Brasil.