“Tenho a atenção do povo brasileiro, a oportunidade de fazer o bem, de trazer uma mudança. Estou muito entusiasmado por trabalhar com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para ajudar a nova geração que quer entrar no esporte, que quer fazer parte desta comunidade e celebrar a diversidade do nosso país”, afirmou em um evento na Casa Brasil, instalada em Milão durante estes Jogos.
“Sei que este esporte é individual, mas eu nunca teria conseguido isso sozinho. Então, graças a vocês, a todos, estamos juntos”, disse o herói olímpico brasileiro de Milão-Cortina, citado em um comunicado do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
O carismático esquiador nascido há 25 anos em Oslo e que representa o Brasil, país de sua mãe, desde 2024, recebeu no evento um cheque de R$ 350 mil, prêmio que o COB destina aos seus representantes vencedores de uma medalha de ouro olímpica.

Lucas Pinheiro venceu o slalom gigante, ficando à frente até mesmo do número 1 mundial do esqui alpino, o suíço Marco Odermatt, que ficou com a prata na prova.
A estrela norueguesa-brasileira competiu dois dias depois no slalom, mas lá teve menos sorte: caiu na primeira descida, sob uma forte nevasca, e teve que abandonar a prova.
