Dono de sete títulos da ATP entre 1985 e 1999, Chesnokov afirmou que a saída da jovem de 19 anos é iminente.
"Acho que Andreeva vai sair, é apenas uma questão de tempo", cravou ele em entrevista ao portal russo Sport RBC.
"Ela mora e treina na França, então definitivamente vai sair. A tendência agora é que todos saiam. Veja bem, cada um escolhe o que é mais confortável para si", continuou.
Posicionamento da Atleta
Andreeva abordou a possibilidade de alteração de cidadania durante o Australian Open, no início da temporada. Na ocasião, a jogadora mencionou a mudança realizada pela compatriota Daria Kasatkina, mas enfatizou a concentração em sua evolução no esporte.
"Eu nem pensei sobre isso. Ouvi e vi recentemente, especialmente sobre a Kasatkina e como ela mudou de cidadania. Muitos jogadores mudaram, mas vou continuar jogando como estou. Não recebi nenhuma oferta ou algo do tipo, então, por enquanto, sigo como estou", garantiu ela em janeiro.

Êxodo de russos
Desde o início do conflito na Ucrânia em fevereiro de 2022, Rússia e Bielorrússia seguem banidas das competições oficiais por equipes, incluindo a Copa Davis, a Billie Jean King Cup e a United Cup. Nos torneios da ATP e da WTA, além dos Jogos Olímpicos de 2024, os atletas atuam sob bandeira neutra.
O cenário tem motivado um movimento constante de mudança de representação esportiva. Apenas em 2026, tenistas como Alina Charaeva, Oksana Selekhmeteva, Alisa Oktiabreva e Anna Blinkova formalizaram a troca de nacionalidade.
Em 2025, o mesmo caminho foi seguido por Kasatkina, Maria Timofeeva, Kamila Rakhimova, Anastasia Potapova e Polina Kudermetova.
