Até hoje, o melhor resultado do Brasil em Olimpíadas de Inverno pertence a Isabel Clark. Em Turim 2006, a atleta carioca conquistou a 9ª colocação no snowboard cross, um feito inédito para o continente.
Isabel é o maior nome do país na história da competição, tendo se classificado para quatro edições (2006, 2010, 2014 e 2018). Além do 9º lugar em Turim, ela detém as melhores marcas nacionais de Vancouver 2010 (19º lugar) e Sochi 2014 (14º lugar).
Após o reinado de Clark, a atleta Nicole Silveira tornou-se a nova referência. No skeleton, em Beijing 2022, Nicole alcançou o 13º lugar, a segunda melhor marca da história brasileira.
Já nos Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude, o Brasil foi além e já figura no quadro de medalhas. Em Gangwon 2024, o jovem Zion Bethonico, de apenas 17 anos, conquistou a medalha de bronze também no snowboard cross. Antes dele, o melhor desempenho juvenil era de Marley Linhares, 8ª colocada no monobob em 2016.
Brasil em Milano Cortina
A próxima edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontece entre os dias 6 e 22 de fevereiro de 2026, marcará um momento histórico para o esporte nacional. Ao desembarcar na Itália, o Brasil celebrará sua 10ª participação consecutiva com uma delegação recorde de 14 atletas.
O foco da equipe brasileira em Milano Cortina será superar as marcas históricas de Isabel Clark e Nicole Silveira. Com investimentos crescentes, o país busca não apenas manter a hegemonia sul-americana, mas também aproximar seus atletas de novos recordes e, quem sabe, do primeiro pódio na categoria principal dos Jogos de Inverno.
