Os alvos da cobrança são Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham. Os ingleses abandonaram a iniciativa em abril de 2021, poucos dias depois do lançamento, diante da forte rejeição de torcedores e de diversas entidades do futebol.
O Real Madrid, porém, sustenta que a saída não os isenta das obrigações financeiras assumidas como membros fundadores. A cobrança se apoia nos acordos firmados para a organização e a gestão da competição, enquanto os clubes britânicos entendem que seus compromissos terminaram no momento em que se desligaram do projeto.
A polêmica surge meses depois de o clube merengue ter chegado a um princípio de acordo com a UEFA e a European Football Clubs para resolver as divergências em torno da Superliga. Anunciado em fevereiro de 2026, o entendimento abriu caminho para o fim dos litígios entre as partes, mas não encerrou as disputas financeiras entre os antigos idealizadores do torneio.
Agora, uma eventual nova batalha judicial vai depender da resposta dos ingleses às exigências do Real Madrid.
