WTA de Austin cria "sala da raiva" para tenistas extravasarem após derrotas

Jogadores pediram mais privacidade para poder descontar a raiva
Jogadores pediram mais privacidade para poder descontar a raivaNoushad Thekkayil/NurPhoto / Shutterstock Editorial / Profimedia

O WTA 250 de Austin, nos Estados Unidos, criou uma "sala da raiva" para que as tenistas possam extravasar suas frustrações longe das câmeras. A medida aparece pouco após Coco Gauff ser flagrada quebrando sua raquete no Aberto da Austrália, no mês passado.

"Apresentamos a sala da raiva do ATX Open – a primeira do tipo – onde as jogadoras podem expressar frustração ou emoção de forma privada, em um ambiente seguro e sem câmeras", publicou o torneio WTA em suas redes sociais.

A sala traz placas com as frases "não sorria" e "conte até três".

Pouco depois da derrota de Gauff nas quartas de final para Elina Svitolina em Melbourne, a estadunidense procurou um lugar recluso para arrebentar a raquete, mas acabou sendo filmada para o mundo todo.

Novak Djokovic e Iga Swiatek foram alguns dos jogadores que pediram mais privacidade fora das quadras após o ocorrido.

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Os organizadores do Aberto de Dubai desta semana foram ainda mais longe, disponibilizando um caminhão chamado "Smash Room" (sala da quebração) para a torcida. O tenista chinês Shang Juncheng foi convidado a experimentar a novidade: "quebrei alguns objetos, incluindo DVDs e recipientes grandes", contou ele. "É barulhento e intenso, mas de um jeito bom. Você consegue liberar tudo ali dentro, em vez de levar essa frustração para a quadra."