Até o início do WTA 1000 de Wuhan, nesta segunda (12), ninguém teve mais bolas do jogo em 2026 do que Jessica Pegula. E ninguém desperdiçou mais match-points do que a veterana Sorana Cirstea.
Já o melhor aproveitamento pertence à tcheca Sara Bejlek, de 20 anos.

Confira os números:
Quem teve e quem mais converteu match-points?
Pegula acumula 90 match-points no total nesta temporada. A número 4 do mundo está empatada no topo em conversões brutas com a jovem russa Mirra Andreeva (ambas com 49 convertidos).
• Top 5 mais match-points da temporada:
1. Jessica Pegula: 90 match-points (49 convertidos e 41 desperdiçados; 54,4% de conversão)
2. Aryna Sabalenka: 88 match-points (47 convertidos e 41 desperdiçados; 53,4% de conversão)
3. Mirra Andreeva: 86 match-points (49 convertidos e 37 desperdiçados; 57,0% de conversão)
4. Coco Gauff: 84 match-points (48 convertidos e 36 desperdiçados; 57,1% de conversão)
5. Elena Rybakina: 83 match-points (48 convertidos e 35 desperdiçados; 57,8% de conversão)

Quem mais desperdiçou match-points?
A romena Sorana Cirstea lidera o ranking absoluto de match-points perdidos no ano, deixando escapar 42 oportunidades de 78 chances criadas (apenas 46,2% de aproveitamento).
Logo em seguida aparecem Pegula e Sabalenka, com 41 desperdícios cada, número diretamente impactado pela quantidade massiva de jogos disputados por ambas.
• Top 5 quem mais desperdiçou match-points na temporada:
1. Sorana Cirstea: 42 match-points desperdiçados
2. Jessica Pegula: 41 match-points desperdiçados
3. Aryna Sabalenka: 41 match-points desperdiçados
4. Anhelina Kalinina: 37 match-points desperdiçados
5. Mirra Andreeva: 37 match-points desperdiçados

Melhores e piores taxas de conversão de match-points
Quando o assunto é eficiência percentual para liquidar a fatura, a tcheca Sara Bejlek destaca-se como a atleta mais cirúrgica do Top 100: ela aproveitou 77,4% das oportunidades que criou (24 acertos em 31 chances).
Por outro lado, a chinesa Zhang Shuai registra o índice mais baixo do circuito entre as avaliadas, convertendo apenas 38,9% (33 perdidos em 54 chances).
Nomes de peso como a ex-top 3 Paula Badosa (43,5%) e a campeã de Grand Slam Barbora Krejcikova (46,2%) também figuram no top 5 das tenistas que mais sofrem para fechar os jogos.

• Top 5 tenistas mais eficientes em match-points em 2026:
1. Sara Bejlek: 24 match-points convertidos, 7 perdidos (77,4% de aproveitamento)
2. Clara Tauson: 16 match-points convertidos, 6 perdidos (72,7% de aproveitamento)
3. Maja Chwalinska: 31 match-points convertidos, 12 perdidos (72,1% de aproveitamento)
4. Maria Timofeeva: 32 match-points convertidos, 15 perdidos (68,1% de aproveitamento)
5. Amanda Anisimova: 22 match-points convertidos, 11 perdidos (66,7% de aproveitamento)
• Top 5 tenistas menos eficientes em match-points em 2026:
1. Zhang Shuai: 21 match-points convertidos, 33 perdidos (38,9% de aproveitamento)
2. Antonia Ruzic: 19 match-points convertidos, 27 perdidos (41,3% de aproveitamento)
3. Paula Badosa: 27 match-points convertidos, 35 perdidos (43,5% de aproveitamento)
4. Daria Kasatkina: 20 match-points convertidos, 26 perdidos (43,5% de aproveitamento)
5. Barbora Krejcikova: 24 match-points convertidos, 28 perdidos (46,2% de aproveitamento)

Maiores viradas com match-point contra
A croata Antonia Ruzic protagonizou o maior colapso em uma única partida nesta temporada ao desperdiçar 6 chances de fechar o jogo contra Rebecca Sramkova e acabar derrotada.
A tcheca salvou os 6 match-points no mesmo game, quando perdia por 5-4 no 2º set. Sramkova acabou vencendo o jogo, válido pelo quali de Dubai de fevereiro, com parciais de 5-7, 7-5 e 6-1.
O segundo maior desperdício de match-points que terminou em derrota foi em jogo entre Mayar Sherif e Robin Montgomery, no Challenger de Oeiras.
Sherif desperdiçou nada menos que 5 match points no 3º set e viu Montgomery aproveitar o único que teve para vencer por 3-6, 7-5 e 7-6.
A egípcia viveu o pesadelo de ter match-points e perder seu jogo em 3 ocasiões nesta temporada.
