Elina Svitolina não tem motivos para duvidar da possibilidade de vencer em sets diretos a adversária inesperada Ann Li.
Notícias e forma
Elina Svitolina não passou propriamente com distinção pelas duas primeiras rondas, tendo afastado Katerina Siniakova e Maria Sakkari com algumas dificuldades menores. Ainda assim, ficará satisfeita por ter regressado a Pequim, onde jogou pela primeira vez em 2013, após sete anos de ausência.
Svitolina não teve um final empolgante na série de torneios norte-americanos, tal como já tinha acontecido no pouco convincente verão em relva. No entanto, a ucraniana esteve em excelente forma na primeira metade da época, chegando pelo menos aos quartos-de-final do Open da Austrália, do Dubai, de Indian Wells, de Roma e de Roland Garros.
Ann Li não teve qualquer dificuldade em derrotar Ashlyn Krueger e Belinda Bencic em sets diretos, alcançando uma fase inédita neste torneio. A norte-americana também tinha apresentado um bom nível nos dois torneios anteriores, chegando às meias-finais em Monterrey e à terceira ronda.
Frente a frente
Elina Svitolina lidera por 1-0, depois de ter vencido por 6-0, 6-4 na segunda ronda de Roland Garros, em 2021.
Estatísticas e factos
Elina Svitolina chegou aos quartos-de-final do Open da China em três das suas últimas quatro participações neste torneio, entre 2016 e 2019.
Svitolina já alcançou os quartos-de-final por onze vezes esta época, contra sete em 2025.
Ann Li soma 16 presenças nos quartos-de-final ao longo da carreira, incluindo quatro em 2026, mas nunca nesse patamar num torneio WTA 1000.
Li perdeu 13 dos 15 encontros que disputou com jogadoras do top 10 ao longo da carreira.
Análise das apostas
Elina Svitolina não tinha vencido dois encontros consecutivos em quatro dos seus últimos seis torneios antes de Pequim, mas está a dar sinais de que poderá terminar a época em grande. Espera-se que a experiente ucraniana ponha fim à admirável prestação de Ann Li na capital chinesa.
Traduzido com recurso à IA