Russell lidera dobradinha da Mercedes na classificação sprint do GP da China

Russell dominou de novo a classificação da F1
Russell dominou de novo a classificação da F1Hector Retamal/AFP

O líder do campeonato, George Russell, conquistou a pole position nesta sexta-feira (13) para a corrida sprint do Grande Prêmio da China, liderando uma dobradinha da Mercedes à frente de Kimi Antonelli.

Russell registrou o tempo de 1:31.520 no Circuito Internacional de Xangai, com 5,451 km de extensão, 0.289 mais rápido que Antonelli, com o campeão mundial Lando Norris 0.621 atrás do compatriota inglês, em terceiro. Ao lado de Norris, na segunda fila, estará Lewis Hamilton, vencedor do sprint na China no ano passado.

"O carro está incrível", disse Russell, que lidera o campeonato após vencer a corrida de abertura da temporada na Austrália no último fim de semana. "Sabíamos, depois de Melbourne, que tínhamos um carro muito bom. O motor está funcionando muito bem. E hoje foi um verdadeiro prazer pilotá-lo, então estou feliz", acrescentou o piloto da Mercedes.

As McLarens deixaram para o final da última sessão de classificação a oportunidade de fazer sua única volta lançada, na esperança de aproveitar o melhor desempenho da pista. A estratégia deu resultado, com Norris ultrapassando as duas Ferraris e Oscar Piastri ficando entre elas, com o quinto melhor tempo. Charles Leclerc, terceiro colocado em Melbourne na semana passada, foi o sexto mais rápido.

Os Red Bulls voltaram a ter dificuldades com o ritmo, com suas novas unidades de potência próprias substituindo a Honda como fornecedora de motores a partir desta temporada e se adaptando aos novos regulamentos.

O tetracampeão mundial Max Verstappen foi o oitavo, a impressionantes 1.734 segundos de Russell, e Isack Hadjar ficou apenas em décimo, atrás do Haas de Oliver Bearman.

As equipes tiveram apenas um treino livre na sexta-feira para ajustar seus carros em Xangai, uma pista muito diferente de Melbourne, onde foi realizada a corrida de abertura da semana passada. Xangai possui uma longa reta e vários complexos de curvas, exigindo uma abordagem diferente para o uso da bateria e a captação de energia nos novos carros, que têm uma divisão de 50/50 entre energia convencional e elétrica.