As grandes novidades ficam por conta da presença de Lucas Paquetá no meio-campo, Igor Thiago como o homem de referência no ataque, e a entrada de Douglas Santos na lateral-esquerda, assumindo a vaga que vinha sendo ocupada por Alex Sandro.
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A mudança mais aguardada passa pelo setor de criação. Com a entrada de Lucas Paquetá, Ancelotti reforça um meio-campo que vinha sendo bastante questionado pela presença de apenas dois jogadores: Casemiro e Bruno Guimarães.
No comando do ataque, a aposta da vez é Igor Thiago. O centroavante ganha a oportunidade de iniciar jogando para dar ao Brasil a presença de área e o pivô que o treinador tanto preza em seus esquemas táteis. Ele terá a missão de dialogar com a velocidade de Raphinha e a genialidade de Vinícius Júnior pelas pontas.
Na linha defensiva, a alteração é por escolha tática: Douglas Santos assume o corredor esquerdo no lugar de Alex Sandro. Gabriel Magalhães deverá ser poupado por cansaço físico. Com isso, Léo Pereira pode aparecer entre os onze iniciais.
Apesar de tentar esconder a escalação, Ancelotti acabou confimando o seguinte time: Alisson; Wesley, Marquinhos, Gabriel Magalhães (Léo Pereira) e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá; Raphinha, Vini Jr. e Igor Thiago.
